quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Lulina lança Pantim, segundo disco de estúdio

Do lúdico ao lúcido, compositora se despede do universo de ironias, humor e metáforas para destilar, com igual traquejo, discurso reto nas treze faixas de seu novo álbum totalmente autoral

Uma real atrás da outra, sem massagem, finamente destiladas em 13 faixas, em cerca de 45 minutos. Assim se apresenta “Pantim”, segundo álbum de estúdio da pernambucana radicada há dez anos em São Paulo, Luciana Lins, a Lulina. 

Palavra mais usada no Nordeste do Brasil, pantim significa chamar atenção para alguma coisa. Pode ser sinônimo também de espernear, choramingar. E aqui, Lulina recorta com sua habitual sagacidade textual os pantins que fazemos na vida para encarar fragilidades, fracassos, medos, perdas e transformações inevitáveis.


Dez anos de caminho criativo separam o disco de estreia de Lulina, “Cristalina” (2009), que garimpa faixas dos primeiros discos caseiros produzidos pela artista, de “Pantim”. Em 2013, ano que carrega o número amuleto da cantora, Lulina se despede de ETs, formigas e outros subterfúgios metafóricos divertidos, que marcaram sua carreira até aqui, para se enveredar, tão à vontade como antes, no discurso reto, mais direto na forma e veraz no significado. “A ironia é um recurso mais fácil e menos honesto. É divertido, mas faz parte do pacote do escapismo e estamos num momento de overdose desse recurso, que parece contribuir para um esvaziamento de sentido ou para uma preguiça de fazer o mais difícil: assumir as dificuldades da vida. Mais cedo ou mais tarde, seremos obrigados a encarar algumas situações nas quais não cabe ironia. Assumir nossas fragilidades, perceber que todos nós passamos pelas mesmas dificuldades, nos faz ver o quanto isso pode nos aproximar.”, explica Lulina.

A mudança não é brusca e sim um processo de anos. Algumas canções que integram o disco “Cristalina” foram compostas quando Lulina tinha 20 anos e são naturalmente imbuídas de uma ingenuidade maior. “Mas não que eu tenha me tornado uma mulher madura e vivida agora. Não gosto quando falam que a artista amadureceu - parece forçar a barra de uma mudança que é natural e comum a todos”, conta a cantora. 

As faixas de “Pantim” traduzem um sentimento de desmascaramento da vida, sem ilusões, mas o objetivo não é soltar a bomba e sair correndo. É assumir que todos passam por perdas, medos, tristezas e decepções e de alguma forma aproximar as pessoas, despertar um cuidado entre elas. “O mundo estimula a gente a aceitar o sucesso e a felicidade como o padrão e os fracassos e tristezas como a exceção, como se tivéssemos realmente algum controle.”, explica a autora de “Pantim”.

Os arranjos, desta vez concebidos coletivamente por Lulina e sua banda – formada por Leo Monstro (piano e voz), Missionário José (baixo), André Édipo (guitarra), Pedro Falcão (bateria) e Habacuque Lima (guitarra) – surgem mais sujos e pesados. “Acho que naturalmente ficou mais real, mais presente, acompanhando o sentido das letras também, mas isso nem foi muito pensado ou planejado”, conta Lulina.

Das treze faixas do novo disco, que traz Lulina na capa fotografada por sua sogra, Ednéia Parada, dez são inéditas. Três foram resgatadas de discos anteriores: "Areia" (do caseiro "Sangue de ET"), "Faxina no Juízo" (do caseiro "Bolhas na Pleura") e “Imperador Buccini” (do caseiro "Aceitação do 14"). 

Entre as músicas novas, é possível identificar altas doses de realidade, e até uma eventual crueza, em todas as letras. Da nova leva, “Sexo é Maquiagem” talvez seja a exceção, com letra mais divertida que recomenda “amor não casual é mais que plástica, que mágica”.

A faixa que abre o disco, "Bombom Recheado", ao lado de "Buraco" e "Pantim", última música, podem ser consideradas canções chave desse novo universo lulínico ao sintetizarem todos os questionamentos do disco emfrases como "Ser gente é ser um bicho profundo. Tentando se preencher com tudo o que aparecer pela frente". O pantim do segundo disco de Lulina chama atenção para esse buraco e conclui "nunca houve festa, eu me enganei".

Sobre Lulina – Compositora prolífica, a cantora pernambucana se dedica à prática desde 2001 e coleciona dez álbuns artesanais autorais, dois de estúdio e um EP. Antes de lançar seu primeiro álbum oficialmente, pela YB, em 2009, a pernambucana já se destacava na cena musical brasileira. Participou da coletânea Satanic Samba (lançada na Bélgica e Holanda) e da coletânea em k7 Brasil could be your life, lançada em Washington pela gravadora Wild Animal Kingdom, além de protagonizar diversas pautas na imprensa nacional e internacional em veículos como a revista inglesa Plan B, Rolling Stone Brasil, Guia da Folha (capa em 2006), RevistaCoquetel Molotov e o site português Bodyspace.net. Integrou ainda o line-up de festivais como o primeiro Resfest Brasil e o Festival Coquetel Molotov, abrindo para  o duo inglês/ norte-americano The Kills.

Em outubro de 2009, lançou seu primeiro disco de estúdio, “Cristalina”, que figurou nas listas de melhores discos do ano de veículos como O Globo e Rolling Stone. O show de Lulina foi eleito um dos cinco melhores shows nacionais pelo Guia da Folha.

As canções de Lulina podem ser ouvidas em trilhas de cinema ("A Mulher Invisível"), seriados (“Alice” – HBO), coletâneas musicais internacionais (The Wire, Sounds and Colours e revista espanhola Zona de Obras) e filmes publicitários (Revista TPM). Em março de 2010, fez sua primeira turnê pelos EUA, passando por Chicago, Seattle, Olympia, Wenatchee e Portland. No mesmo ano, lançou mais um disco caseiro, dessa vez em parceria com centenas de pessoas em um projeto colaborativo online, chamado “Meus dias 13”.

Suas criações e carisma renderam convites para palestrar na Social Media Week e no TEDxESPM, eventointernacional realizado em São Paulo pela primeira vez em 2011 ( assista aqui trecho da palestra).

Ficha técnica
Gravado na Yb por Missionário José e Carlos "Cacá" Lima
Assistentes de estúdio Klaus Sena
Produção executiva Lulina e Leo Monstro
Mixado na Yb por Carlos "Cacá" Lima
Masterizado por Carlos "Cacá" Lima e Benoni Hubmaier
Produzido por André Édipo, Leo Monstro, Lulina, Maurício Tagliari,
Missionário José e Pedro Falcão
Label manager Allana Morais
Projeto gráfico Rodrigo Sommer
Foto da capa: Ednéia Parada
Reprodução da foto da capa: Renato Parada
Lulina - voz e guitarra
Leo Monstro - microkorg, juno 106, hammond, piano e voz
Missionário José - baixo, banjo, synth, pedal de órgão e voz
André Édipo - guitarra, surdo, beats, synth, mellotron de mentira e violão
Pedro Falcão - bateria, surdo, metalofone e voz
Habacuque Lima - guitarra  

via Fernanda Couto | sete8 inteligência musical

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Emme leva bandas para tocar ao ar livre em São Paulo

Com apoio da Rainha, Emme Music Festival acontece amanhã na Praça Victor Civita, gratuito e aberto ao público. 

Banda Holger | Ruda Cabral

Amanhã, sábado, dia 17 de agosto, acontece a primeira edição do Emme Music Festival, evento de música itinerante, aberto ao público, gratuito e ao ar livre, organizado pela marca Emme, com apoio da Rainha. O local do festival será a Praça Victor Civita, em São Paulo, das 14h30 às 18h. Totalmente conectada ao universo musical – seu principal atributo de marca – o intuito da Emme é, além de aproximar público, marca e música, incentivar bandas em início de carreira, mesclando com outras bandas já consagradas. Para essa primeira edição, três bandas foram escaladas para fazer o debute do festival: Holger, Huey Band e Shoot Me.

A escolha do local, a Praça Victor Civita, foi devido ao fato de ser um espaço público único na cidade, construído em uma área anteriormente degradada, oferecendo agora gratuitamente ampla programação cultural, com um projeto arquitetônico inovador e soluções de última geração em construção sustentável. Perfeito para receber o show das bandas do Emme Music Festival, pois dispõe de palco e arquibancada para 400 pessoas. Além disso, haverá ações promocionais da Emme para os presentes.

Holger
Formado em São Paulo por Arthur Britto, Bernardo Rolla, Marcelo Tché, Pata e Pedro Pepe, o Holger conquistou o público com suas espontâneas apresentações após o lançamento do EP Green Valley (2009). Em 2010, os paulistanos lançaram o primeiro álbum, Sunga, com faixas que já demonstravam volatilidade em transitar despreocupadamente por gêneros como indie e arrocha. Após reconhecimento nacional, o grupo realizou turnês na América do Norte e chegou a dividir palco com reconhecidos artistas internacionais. Em 2012, lançaram o álbum Ilhabella que chegou a ser mencionado em publicações como Rolling Stone e +Soma como um dos melhores discos brasileiros do ano.

Huey Band
O Huey tem um currículo de ligação estreita com a música que faz. Está tudo lá – o metal seminal do Black Sabbath, o stoner clássico, os ritmos quebrados e os efeitos climáticos que resultam em algo que oferece uma experiência sensorial para quem estiver disposto a receber sua música. Formada por Daniel Pereira, Vinicius Castro, Thiago Minoru, Fernando Vellozo e André Faria, que acabam de voltar de uma tour na Argentina com a banda Falsos Conejos, e já tiveram participações em festivais importantes. Seu EP de estreia, “¡Qué no me chingues wey!” e o single “Por Detrás de Los Ojos”, atingiram 15 mil plays em seu lançamento. 

Shoot Me
A Shoot Me nasceu quase sem querer. Juntou a vontade de música de quatro caras que nunca tinham tocado juntos. Por isso, a expectativa era baixa. Mas quando baixo, bateria, guitarra e vocais se experimentaram, a química apareceu. Surgia ali um algo que parecia valer a pena. Rock ‘n’ roll de moleque, com aura de quarteto dos anos 70. O som tem pegada mais bruta, mas ritmo suficiente para fazer células se mexerem. Formada por Tito Ficcarelli , arquiteto e ex-Holly Tree, Ricardo Dom, formado em rádio e TV, que sempre soube que a música era seu ofício, Ricardo Arhayde, designer e ilustrador, DJ na cena independente e ex- Stop Play Moon e Pedro Pezte, estudante de artes visuais, boa vibe e ouvidos treinados garantem: o moleque promete.  

A Praça Victor Civita fica na Rua Sumidouro, 580, Pinheiros, São Paulo. A censura é livre.

Sobre a Emme
Criada em 2008 e hoje com 26 lojas espalhadas por todo o Brasil, a Emme vende mais do que moda,desperta sorrisos e oferece uma experiência de compra mágica. Com suas “mini coleções” constantes em loja, atende a jovem urbana que adora moda por preço justo “value for Money”. 
A Emme tem a música como sua interprete. www.blogdaemme.com

Emme Musica Festival
Local: Praça Victor Civita
Endereço: Rua Sumidouro, 580 – Pinheiros – São Paulo
Horário: 14h30 às 18h.
Informações: http://www.blogdaemme.com/
Ingressos: Grátis
Censura: Livre
Capacidade: 400 pessoas

via Marcos Brolia | Agência Lema 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Guilherme e Santiago realizam show beneficente em Guarulhos (SP)

Evento produzido pela Suprema Produções ajudará pacientes do Hospital de Câncer de Barretos

A dupla Guilherme e Santiago encontrou uma maneira diferente para estimular a contribuição social para o Hopital de Câncer de Barretos. No próximo dia 28, os cantores sertanejos realizam em Guarulhos, São Paulo, um show beneficente em prol da entidade filantrópica. Todo dinheiro arrecadado com a venda de ingressos será revertido em ações para os pacientes do Hospital.

Idealizado pela GAT Logística e produzido pela Suprema Produções, o evento acontecerá no Pavilhão Internacional Eventos Guarulhos e contará com um jantar completo. No total, foram disponibilizadas para o público 300 mesas, divididas por setores nos seguintes valores: mesas setor 1 custam R$ 1.200,  setor 2 R$ 1.000 e setor 3 R$ 800, cada mesa possui quatro lugares.

“A proposta é que as pessoas que não estão diretamente ligadas, ou que não podem doar parte de seu tempo à atividades volutárias, sintam-se parte dessas iniciativas por meio da compra dos ingressos, além de aproveitarem um excelente show”, explica Gabriel Velloso, sócio da Suprema Produções. 

O Hospital de Câncer de Barretos, localizado em Barretos, interior de São Paulo, destina-se a prevenção e cura de pacientes com câncer, com 100% do atendimento via Sistema Único de Saúde (SUS). Os 200 médicos especializados e os 3.000 colaboradores atendem diariamente mais de 4.000 pacientes. 

Os convidados concorrerão, ainda, a um carro e uma moto ‘zero’ quilômetros, que serão sorteados ao final do evento. Para adquirir os convites entre em contato com a Suprema Produções pelos telefones (11)  2671-0249 ou (11) 2671-0243. Mais informações em www.eventohcbarretosguarulhos.com.br

Show beneficente Guilherme e Santiago  
Data: 28 de agosto
Horário: às 20h
Local: Pavilhão Internacional Eventos de Guarulhos (Antiga Philips)     
Endereço: Rua João Cavalari, 133 – Guarulhos/SP
Venda de convites: (11) 2671-0249 /  (11) 2671-0243

via Suprema Produções

terça-feira, 11 de junho de 2013

Cantora Karyme Hass - Branka - tem seu samba selecionado para o SP Expo Samba 2013

Cantora curitibana lançou recentemente a música "Clareia" em homenagem a Clara Nunes

A cantora curitibana Karyme Hass teve duas de suas músicas pré-selecionadas pelo SP Expo Samba 2013. A cantora é conhecida no meio do samba carioca como Branka e está colhendo frutos de seu terceiro e recém-lançado álbum ‘Barra da Saia’. 

O disco foi pré-selecionado para o 24º Prêmio de Música Brasileira (ex-Prêmio TIM) e teve duas músicas - a faixa de trabalho ‘Barra da Saia’ (com participação de Zeca Pagodinho) e o samba ‘Raiz Brasileira’ (com participação de Jamelão Netto) pré-selecionadas pelo concurso São Paulo Expo Samba 2013, que recrutou Karyme para dois shows no final do mês passado.

As músicas de Karyme tem sido executadas nas rádios do Rio de Janeiro e São Paulo, além de outras capitais como Curitiba, sua cidade natal. 

Em abril deste ano, Karyme lançou o single Clareia (de autoria de Norma Acquarone) em homenagem a Clara Nunes. 

Karyme Hass - Branka
A cantora curitibana, radicada no Rio de Janeiro, Karyme Hass, mais conhecida como ‘Branka’, lançou em abril a canção Clareia em homenagem a estrela Clara Nunes. Neste ano completa 30 anos que Clara Nunes deixou um vácuo na música brasileira - mais especificamente no samba, sendo a cantora que mais gravou canções de compositores da Portela e a primeira a provar que, sim, sambistas também podiam ultrapassar a marca dos 100 mil discos vendidos no Brasil. 

A canção Clareia, composta por Norma Acquarone uma habitué de rodas de bambas como Nelson Cavaquinho, é descrita por Karyme como muito diferente das várias homenagens a Clara Nunes que tem ouvido. "É uma canção inédita e que dá uma perspectiva de que Clara está presente", comenta a cantora. 
Karyme Hass, atualmente reside no Rio de Janeiro e é presença constante nas rodas de samba cariocas. A curitibana vem sendo comparada a Clara Nunes por seus trejeitos e repertório como salientou José Loureiro, do Botequim da Globo, programa em que foi entrevistada e tocou ao vivo. Para saber mais sobre Karyme Hass, acesse http://www.karymehass.com.


via BelPress

quinta-feira, 28 de março de 2013

Uberlândia está na rota do DNA Tour de Wanessa


Cantora apresentará seu oitavo álbum em show que acontece no dia 20 de abril no Egypt Hall

Na noite desta quinta-feira (28), foi realizado o coquetel de lançamento do show de Wanessa em Uberlândia. A cerimônia contou com a presença de 150 convidados e deu início à contagem regressiva para a chegada do “DNA Tour”, marcada para o dia 20 de abril. Em sua segunda visita à cidade, a cantora interpretará os hits de seu novo álbum em apresentação inédita no Egypt Hall. Além de Wanessa, o show contará com a participação dos DJ’s convidados Raphael Phillipe, Henrique Olissan, Larissa Lahw e Lala.

Marcos Paulo Leal, produtor do evento, contou que esta será uma festa totalmente diferente. “Wanessa está na melhor fase de sua carreira. Em 11 anos de estrada, ela conquistou milhares de fãs aqui no Triângulo Mineiro. São pessoas que merecem ver um grande espetáculo. Levando todos estes fatores em consideração, decidimos fazer um show a altura do público e da artista que ela é”, disse.  

De acordo com o produtor, a estrutura do show será uma das mais modernas que Uberlândia já viu. “O palco será montado com o que há de mais novo. Iluminação sensacional, projeções de alta resolução e tudo que for necessário para deixar a noite maravilhosa e marcar a volta da Wanessa à cidade”, declarou.

Reinvenção
Em 2011, Wanessa decidiu investir no pop eletrônico. Gravou um álbum totalmente em inglês: o “DNA”, produzido por Mister Jam (Fabiano Almeida) com 15 faixas dançantes. As canções do CD lhe renderam o prêmio de melhor artista dance nacional (em votação popular), concedido no DJ Sound Awards 2012. Interpretações como “Stuck on Repeat”, “Sticky Dough”, “Falling For You” e “Blow Me Away” fizeram com que Wanessa fosse elogiada pela Revista Rolling Stones. A publicação a considerou “uma operária do meio artístico, extremamente profissional que tem o mérito de ter se reinventado”.

Recentemente a cantora lançou “Hair & Soul”, música que marca sua volta aos palcos depois de dar à luz ao primeiro filho. No final de novembro, gravou seu segundo DVD.

O quê: Show de Wanessa em Uberlândia
Quando: Sábado (20/04), às 23h
Onde: Egypt Hall, que fica na rua Bernardo Sayão, 203, bairro Custódio Pereira
Postos de venda: Ingressos antecipados de pista, camarote e camarote extra VIP são vendidos na Líquido (Center Shopping e Uberlândia Shopping)
Informações: www.facebook.com/EgyptHallUberlandia ou (34)9155-6487

O show de Wanessa em Uberlândia é uma realização do Egypt Hall, em parceria com a Cultura HD (95,1), a Container Ecology Store, Triângulo Montagem, Garden Caffe e Líder FM (93,1).

via Alexandre David | Birô